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‘Dinheiro esquecido’ ainda pode ser sacado na Caixa, BB e Itaú; veja como

O prazo final para resgatar o dinheiro esquecido em instituições financeiras é esta próxima quarta-feira (16). 

Segundo o Banco Central (BC), há mais de R$ 8,5 bilhões disponíveis, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Este montante está disponível no Sistema de Valores a Receber e ainda espera ser resgatado pelos legítimos proprietários.

Regulamentação e procedimentos

A lei que estipula o prazo para a retirada desses valores foi sancionada em 16 de setembro. Após a publicação da lei, os cidadãos e empresas têm 30 dias para reivindicar suas quantias. 

Caso não o façam, os valores remanescentes serão transferidos para o Tesouro Nacional. Nesta etapa, ainda é possível que os beneficiários recuperem seus fundos, pois o Ministério da Fazenda publicará um edital informando os detalhes das quantias recolhidas, oferecendo mais 30 dias para que o resgate seja efetuado.

Mesmo após o período inicial, é possível para as pessoas solicitarem judicialmente o dinheiro dentro de um prazo adicional de seis meses. Este procedimento está previsto no artigo 46 da lei mencionada. Caso o titular não tome estas medidas, os valores serão incorporados ao patrimônio do governo de forma definitiva.

Distribuição dos valores disponíveis

A maior parte do montante esquecido destina-se a pessoas físicas e jurídicas em valores de pequenas quantias. 

De acordo com o BC, 63% dos beneficiários têm menos de R$ 10 a receber. Valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25% dos casos, enquanto 10% dos “esquecidos” possuem entre R$ 100,01 e R$ 1.000. Apenas 2% dos valores são superiores a R$ 1.000.

Como acessar os valores

Para facilitar o processo de recebimento, o Banco Central disponibiliza uma plataforma online para consulta. O beneficiário deve acessar o site oficial, informando seus dados pessoais ou empresariais, e seguir as instruções para solicitar o resgate dos valores.

Este procedimento é essencial para garantir que o dinheiro seja devidamente restituído ao seu dono antes de ser transferido para o Tesouro Nacional.

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Sobre o Autor

Milena Brandão

Jornalista, redatora, curiosa e apaixonada por um monte de coisas!